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fotos, as aeronaves, suas histórias e curiosidades, Operações Militares, Eventos Aeronáuticos e muito mais!

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Uma imagem curiosa #28


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Meu caro leitor(a), você está prestes a presenciar uma quebra de recorde mundial. Em maio de 2002, durante o evento aeronáutico em comemoração aos 50 anos de criação do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) da Força Aérea Brasileira, a equipe decolou da Academia da Força Aérea para realizar uma passagem de dorso (de cabeça para baixo) simultânea com 11 aeronaves. O recorde anterior era com 10 aviões, também pertencente ao time brasileiro, marca atingida seis anos antes, em 1996. Em outubro de 2006 novamente nossos fumaceiros se superaram e pela segunda vez quebraram seu próprio recorde, agora voando com 12 aeronaves, feito esse que dura até os dias atuais, não sendo superado por nenhuma outra esquadrilha de demonstração aérea no mundo, sem dúvidas, comprovando todo o arrojo e a perícia do aviador militar brasileiro e a qualidade de seu treinamento. Em 2002 eu tive o privilégio de estar presente na Academia da Força Aérea e registrar em vídeo o recorde anterior. São essas imagens que compartilho com vocês abaixo:



segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Uma imagem curiosa #27

 

Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Dassault Mirage 2000C/B, FAB 4943/FAB 4940/FAB 4932, Base Aérea de Florianópolis, Outubro de 2007.

Entre o final de setembro e o início de outubro de 2007 a Base Aérea de Florianópolis foi sede de um evento inédito em sua história. Estamos falando do Torneio de Aviação de Caça (TAC), um misto de treinamento e competição envolvendo todas as Unidades Aéreas da Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira, através de provas aéreas e terrestres, nas quais é sagrada vencedora a equipe que somar mais pontos em um conjunto de tarefas a serem executadas. O torneio reuniu na capital catarinense mais de 30 aviões de caça e ataque, além de outras aeronaves de apoio. Participaram do TAC 2007, seis Northrop F-5EM Tiger II, nove Embraer/Alenia/Aermacchi A-1, três Embraer/Aermacchi AT-26 Xavante, doze Embraer A-29A/B Super Tucano e, pela primeira vez em Santa Catarina, o Dassault Mirage 2000B/C, comparecendo com três exemplares.

Linha de voo sobre a pista 03/21 do Aeroporto Internacional Hercílio Luz.

Esta foi a primeira e única vez que tivemos a presença dos Mirage 2000 na capital catarinense, entretanto, diferente das demais Unidades Aéreas, o Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) participou apenas das competições terrestres, não empregando suas aeronaves na parte aérea da competição, ficando os F-2000 durante todo o período no pátio da Base Aérea de Florianópolis, ao contrário dos demais aviões, que formaram a linha de voo e de operações sobre a pista 03/21 do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, reservada especialmente para a execução do treinamento. Estiveram em Florianópolis os F-2000C com as matrículas FAB 4940 e FAB 4943, além do F-2000B matriculado FAB 4932. A Força Aérea Brasileira operou com um total de dez Mirage 2000C (FAB 4940 a FAB 4949) e dois Mirage 2000B (FAB 4932/4933), adquiridos junto à França como uma solução temporária entre a retirada do Mirage III até a chegada de sua nova aeronave de caça, fato que acabou não se concretizando e assim, os charmosos e elegantes delta, recebidos a partir de 2006, tiveram sua aposentadoria do serviço ativo na FAB em 31 de dezembro de 2013, um deles, o FAB 4948, encontra-se preservado no Museu Aerospacial (MUSAL), no Rio de Janeiro/RJ.





Empenagens e tubeiras dos motores SNECMA M53.

Parte ventral da aeronave mostrando a saída dos dois canhões DEFA 554 de 30 mm.


Chegada dos Mirage 2000 à Florianópolis, Setembro de 2007.


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Uma imagem curiosa #26


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Douglas C-47B Skytrain, PP-VBN, Base Aérea de Canoas, Outubro de 2003.

Uma verdadeira lenda da aviação mundial esteve presente na edição de 2003 da Expoaer da Base Aérea de Canoas/RS (atual Ala 3). Estamos falando de um Douglas DC-3 que ganhou os céus novamente através da iniciativa de um grupo de quatro pilotos e entusiastas da aviação, entre eles o Comandante Sérgio Fraga Machado, um abnegado e apaixonado pela preservação da história e da cultura aeronáutica brasileira. O avião foi adquirido no final de 1997 e doado ao Aeroclube do Rio Grande do Sul (ARGS), localizado em Belém Novo, sendo completamente restaurado e colocado novamente em condições de voo nas oficinas da VARIG Engenharia e Manutenção em Porto Alegre, ganhando a matrícula PP-VBN (uma homenagem ao último DC-3 operado pela VARIG) e recebendo o padrão de pintura utilizado pela companhia aérea.

O exemplar foi construído em 1944 e inicialmente operou com a Força Aérea do Exército dos Estados Unidos (USAAF), sendo originalmente um C-47B-20-DK Skytrain, variante militar do Douglas DC-3 com número de série 15476/26921. Sua história no Brasil começou já no ano seguinte quando voou com as cores da Força Aérea Brasileira, utilizando as matrículas FAB09 e posteriormente FAB2017, até sua retirada do serviço ativo em 1978. Durante os próximos 19 anos o avião passou por diversos operadores civis e também permaneceu um bom tempo abandonado no Aeroporto Val-de-Cães em Belém/PA, até finalmente ser resgatado em 1997 novamente para ganhar os céus, sendo que nesta época, o C-47 encontra-se no Aeroclube de Blumenau/SC. Após a restauração, o projeto idealizado pelo ARGS e pelos seus proprietários previa a utilização do avião em voos panorâmicos ambientados nas décadas de 50 e 60, direcionados aos interessados em experimentar todo o clima e ambiente daquele período, incluindo o interior da aeronave completamente personalizado e pilotos e comissárias de bordo com uniformes da época. Esta bela iniciativa perdurou por alguns anos e em 2007 o PP-VBN foi comprado por um empresário do interior de São Paulo e atualmente encontra-se preservado em um hangar na cidade paulista de Mococa, em um aeródromo particular, fazendo aparições esporádicas em eventos aéreos. Apenas outra aeronave deste modelo é mantida em condições de voo no Brasil, o   DC-3 chamado de "Rose", pertencente ao Museu Asas de um Sonho, da Fundação TAM.

Douglas C-53D Skytrooper, N101KC "Rose", Museu Asas de um Sonho, Maio de 2012.



PP-VBN taxiando e decolando da Base Aérea de Canoas em Outubro de 2003.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Uma imagem curiosa #25


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Embraer/Alenia/Aermacchi A-1, FAB 5531, Base Aérea de Florianópolis, Maio de 2003.

Uma configuração de armamento pouco comum de ser vista acompanhou o A-1 com a matrícula FAB 5531 presente ao Portões Abertos em comemoração pelos 80 anos da Base Aérea de Florianópolis, em maio de 2003. A aeronave estava equipada com quatro lançadores múltiplos sob as asas, cada um deles com capacidade para transportar 19 foguetes não guiados de 70 mm, totalizando 76 artefatos que podem ser armados com diversos tipos de ogiva (incendiária, perfurante, explosiva, entre outras), de acordo com o alvo ou o objetivo a ser atacado. Fabricado pela Equipaer, indústria brasileira com sede em São Paulo, o EQ-LMF 70/19 é capaz de lançar os foguetes em salvas ou de forma individual e é utilizado em missões de Ataque ao Solo ou Apoio Aéreo Aproximado, contra blindados, fortificações, comboios ou concentrações de tropa. A aeronave que veio a Florianópolis pertence ao 3º Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (3º/10º GAv), conhecido como Esquadrão Centauro, Unidade Aérea sediada em Santa Maria/RS.




quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Uma imagem curiosa #24


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Embraer A-29A Super Tucano, FAB 5704, Base Aérea de Florianópolis, Outubro de 2006.

O Terceiro Grupo de Aviação engloba três Unidades de Caça da Força Aérea Brasileira, sediadas em Boa Vista/RR (1º/3º GAv, Esquadrão Escorpião), Porto Velho/RO (2º/3º GAv, Esquadrão Grifo) e Campo Grande/MS (3º/3º GAv, Esquadrão Flecha), todos atualmente equipados com os turboélices Embraer A-29A/B Super Tucano. Entre suas atribuições está a vigilância da fronteira Oeste do território brasileiro e a formação e progressão operacional de pilotos recém-formados do Curso de Aviação de Caça em Natal/RN. A fim de capacitá-los e também adestrar as Unidades Aéreas em suas missões, uma das atividades realizadas anualmente é o exercício de tiro aéreo, prática esta que tinha sempre a Base Aérea de Florianópolis, dadas as facilidades aqui encontradas, como endereço certo para este tipo de treinamento. Com o intuito de maximizar recursos e a troca de experiências, era comum a presença conjunta de aeronaves e pilotos dos três Esquadrões.

As áreas destinadas para o exercício de tiro aéreo estão localizadas ao largo da Ilha de Santa Catarina, em locais previamente delimitados nas cartas aeronáuticas e exclusivos para a operação de aeronaves militares, durante o período de treinamento. Entretanto o voo sobre o ambiente marítimo é extremamente agressivo para as aeronaves, sendo assim, após cada missão as aeronaves envolvidas precisam passar por um banho para retirar o salitre acumulado durante o voo. Para evitar a entrada de água que pode comprometer determinados componentes eletrônicos sensíveis, a equipe de manutenção faz uma vedação com fita em volta da nacele e em alguns painéis de acesso da aeronave, antes da lavação.




Embraer A-29B Super Tucano, FAB 5925, Base Aérea de Florianópolis, Outubro de 2006.

domingo, 30 de agosto de 2020

Uma imagem curiosa #23


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


Dassault Mirage 5D, FAB 4909, Base Aérea de Canoas, Outubro de 2004.

Sim meu caro leitor, você não leu errado a legenda da foto acima. A Força Aérea Brasileira operou ao longo de sua história com uma dupla de Mirage 5 em seu inventário. Essa história começa muito longe daqui, mais precisamente no continente africano em meados da década de 70, quando em maio de 1974, a então República do Zaire e a Dassault assinaram um contrato que previa a aquisição por parte do país africano de um lote de 14 Mirage 5 monopostos e 3 bipostos, denominados como Mirage 5M (matrículas M401 a M414)* e Mirage 5DM (matrículas M201 a M203), respectivamente, tornando-se assim o segundo país no continente a operar o famoso caça com asa em delta, atrás apenas da África do Sul. Entretanto, a operação do jato nunca foi adequada às condições climáticas do país centro-africano, aliado a isso, sucessivas guerras e disputas pelo poder acabaram por transformar o Zaire novamente em República Democrática do Congo, em meados dos anos 90. Dados precisos sobre datas ou outras informações sobre a operação dos Mirage 5 zairenses na internet são escassos mas o fato é que após a troca do comando político do país, os jatos remanescentes foram comprados ou repassados de volta para a Dassault.

Nesse mesmo período a FAB buscava no mercado internacional algumas células adicionais de Mirage da variante D (biposta) para repor sua frota e dois destes Mirage 5 ex-Zaire (M201 e M203) acabaram sendo adquiridos em 1997, aqui recebendo as matrículas FAB 4908 e FAB 4909. O Mirage 5 é um derivado direto do Mirage III, desenvolvido inicialmente para a Força Aérea Israelense e acabou se tornando uma opção mais econômica de exportação para países com menos recursos. Dadas as similaridades entre ambos, sua versão de Treinamento e Conversão Operacional é praticamente a mesma Mirage IIID, compartilhando inclusive a mesma motorização SNECMA Atar 09C. O tema é polêmico e controverso, uma vez que IIID e 5D são a mesma aeronave, variando apenas a designação de acordo com o modelo comprado pelo operador, entretanto, não deixa de ser curioso que dois Mirage originalmente entregues como 5D vieram parar em terras tupiniquins.

* Nota Editorial: A título de curiosidade os três últimos exemplares monopostos Mirage 5M encomendados pelo Zaire (matrículas M412/M413/M414) nunca chegaram a ser entregues, sendo posteriormente vendidos pela Dassault à Venezuela como Mirage 50EV.

Vistas do Mirage IIID, a versão do Mirage 5D é idêntica. Fonte: www.http://richard.ferriere.free.fr/3vues/


Tabela retirada do livro "Mirage III EBR/DBR na Força Aérea Brasileira, de autoria de Paulo Fernando Kasseb, onde é possível ver a procedência dos FAB 4908 e 4909 (destacados em vermelho), antes de voarem com as cores da FAB. Imagem via Giulliano B. Frassetto.





FAB 4909, Base Aérea de Canoas, Outubro de 2004.





FAB 4908 preservado no Museu da TAM, fotografado em maio de 2012, embora este Editor não possa comprovar se efetivamente esta célula seja realmente pertencente a esta matrícula.





quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Uma imagem curiosa #22


Esta matéria é parte integrante de uma série de fotos e/ou vídeos especialmente escolhidos em nosso acervo analógico e digital, trazendo algum tipo de curiosidade, raridade ou informação interessante a respeito destas imagens, seja acerca da aeronave em si ou um fato ou história relacionados a ela. Ocasionalmente, publicaremos uma destas imagens, junto com um pequeno texto explicativo sobre a mesma. Informamos que a preocupação aqui não é com a qualidade em si da imagem, mas com o seu resgate histórico, tendo ainda o objetivo de auxiliar na preservação de uma parte da memória e da cultura aeronáutica brasileira. Seja muito bem vindo(a) a bordo e boa leitura!


O vídeo que apresentamos nesta matéria mostra o sensacional registro de um pouso de assalto executado por um dos De Havilland Canada DHC-5A Buffalo da FAB, manobra que alia a perícia e treinamento da tripulação com as excepcionais características de pouso curto deste avião. A filmagem foi feita em Pirassununga, interior de São Paulo, na Academia da Força Aérea (AFA), durante o evento aeronáutico em comemoração aos 50 anos do Esquadrão de Demonstração Aérea, em maio de 2002. Denominada na FAB de C-115, a aeronave era utilizada pelo Primeiro Esquadrão do Grupo de Transporte de Tropas (1º/1º GTT), com sede na Base Aérea dos Afonsos/RJ. O Búfalo operou com a Força Aérea Brasileira entre os anos de 1968 até 2002, sendo utilizados um total de 24 exemplares, matriculados como FAB 2350 a 2373. Com suas características ímpares de operação, esta aeronave foi fundamental para consolidar a presença do Brasil na extensa fronteira Oeste/Norte do território nacional, executando inúmeras ações de cunho logístico e assistencial em benefício da integração e do desenvolvimento da região.

DeHavilland Canada DHC-5A Buffalo, Academia da Força Aérea, Maio de 2002.