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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Exclusivo: Esquadrão Pantera em Florianópolis

Desde o dia 6 de abril, a Base Aérea de Florianópolis vem abrigando militares e aeronaves do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAv), Unidade Aérea integrante da Aviação de Asas Rotativas da Força Aérea Brasileira e que tem sua sede na cidade de Santa Maria, localizada na região central do Rio Grande do Sul. A presença na capital catarinense do Esquadrão Pantera, como também é conhecido, está ligada à qualificação anual de suas equipagens em tarefas que são rotineiramente executadas pela Unidade, entre elas, a atividade de Busca e Salvamento. Este ano, além dos resgates, também está no escopo do treinamento o emprego de armamento voltado para missões de Interceptação e Defesa Aérea, algo que há muito tempo o Esquadrão não realizava por aqui. Com exclusividade, o site Aviação em Floripa obteve autorização para acompanhar o exercício e é este conteúdo, composto por imagens, gráficos e informações, que passamos a apresentar aos nossos leitores a partir de agora.

O Esquadrão Pantera é uma das cinco Unidades Aéreas que compõem o Oitavo Grupo de Aviação, estrutura que reúne o emprego operacional com helicópteros na Força Aérea Brasileira, atendendo à seguinte distribuição geográfica: Primeiro Esquadrão (1º/8º GAv, Natal/RN); Segundo Esquadrão (2º/8º GAv, Porto Velho/RO); Terceiro Esquadrão (3º/8º GAv, Santa Cruz/RJ); Quinto Esquadrão (5º/8º GAv, Santa Maria/RS) e; Sétimo Esquadrão (7º/8º GAv, Manaus/AM). Estas Unidades são responsáveis por uma grande variedade de atividades, incluindo Transporte Aeroterrestre, Ataque, Busca e Salvamento, Evacuação Aeromédica, Missões Humanitárias, entre outras. Além dos Esquadrões pertencentes ao Oitavo Grupo, a Aviação de Asas Rotativas da FAB possui ainda outras três Unidades Aéreas dedicadas às missões de Instrução de Voo (1º/11º GAv), Busca e Salvamento (2º/10º GAv) e Transporte de Autoridades (GTE-3), localizadas respectivamente em Natal/RN, Campo Grande/MS e Brasília/DF. Importante dizer que o Esquadrão Pantera é subordinado operacionalmente ao Comando de Preparo (COMPREP) e administrativamente à Base Aérea de Santa Maria (BASM).

A história e as tradições do Esquadrão Pantera remontam ao início da década de 70, com a criação em Santa Maria/RS, em 19 de julho de 1971, do Quarto Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (4º EMRA), equipado com aeronaves de asa fixa e rotativas, atendendo às missões de Reconhecimento Armado, Ligação e Ataque. Posteriormente, em virtude de uma reorganização estrutural da FAB, a Unidade Aérea passou a ser designada como 5º EMRA. A partir de setembro de 1980, os Esquadrões Mistos deram lugar ao Oitavo Grupo de Aviação e assim surgiu o Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAv), mantendo a sua sede, a Base Aérea de Santa Maria, herdando também o legado e os elementos presentes no Emblema do 5º EMRA, entre eles, a Pantera negra. O Esquadrão ao longo do tempo se destacou pelo pioneirismo em várias atividades ligadas ao emprego operacional dentro da Aviação de Asas Rotativas, refletindo o alto grau de profissionalismo e capacitação de suas equipagens. Entre as ações de caráter inédito podemos citar o emprego do helicóptero em missões de Defesa Aérea contra aeronaves de baixa performance, utilizando armamento frontal e lateral. Em 1996, a Unidade Aérea protagonizou a primeira missão real de interceptação no Brasil com helicóptero, fato que ocorreu durante a "Operação Varredura", na região de Apucarana/PR, uma ação conjunta com a Polícia Federal e outros órgãos governamentais, que resultou em quatro aeronaves apreendidas, além de grande quantidade de mercadorias contrabandeadas retiradas de circulação. Também merece destaque a introdução no uso dos Óculos de Visão Noturna. Prestes a completar 55 anos, o Esquadrão Pantera participou de inúmeras operações de resgate, prestando apoio fundamental para a população em situações de calamidade pública e acidentes. Este é um trabalho geralmente anônimo mas que às vezes, ganha os holofotes da mídia, a atenção e o reconhecimento do grande público. Algumas dessas missões ficaram também marcadas na história da Unidade Aérea, entre elas, o transporte das vítimas do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria para Unidades Hospitalares especializadas (2013) e o auxílio aos atingidos por desastres climáticos em Santa Catarina (2008) e no Rio Grande do Sul (2024).

Foto 1: Socorro e resgate à população atingida pelas fortes chuvas no Vale do Itajaí/SC, em novembro de 2008. Foto 2: Transporte de feridos para hospitais de Porto Alegre de vítimas do incêndio da Boate Kiss, em 2013. Fotos 3 a 9: O Esquadrão Pantera teve destacada participação durante a Operação Taquari 2, em apoio ao povo gaúcho, durante uma das maiores tragédias climáticas já ocorridas no Brasil, em 2024. Todas as imagens: FAB/Divulgação

Designado como Exercício Técnico (EXTEC) "Içamento Pantera 2026", o treinamento em Florianópolis iniciou no dia 6 de abril e deve se estender até a próxima sexta-feira (1/5), contando com a participação de quatro helicópteros H-60L Black Hawk e cerca de 70 militares. Para isso, o Esquadrão Pantera deslocou para a capital catarinense, boa parte de sua estrutura, incluindo o Alerta SAR. Durante todo o ano, 24 horas por dia, em coordenação com o SALVAERO Sul, a Unidade Aérea mantém uma aeronave e tripulação em prontidão, capaz de decolar em poucos minutos para atender emergências ou realizar missões de Busca e Salvamento em qualquer ponto da região Sul do Brasil, tanto em terra quanto sobre o mar. 

Durante o período do treinamento em Florianópolis, um helicóptero H-60L Black Hawk permaneceu de prontidão e guarnecido com todos os equipamentos necessários para a missão de Busca e Salvamento, em caso de um acionamento real. Foto: Ângelo dos Santo Melo

Este ano, o adestramento foi dividido em duas fases distintas. As primeiras semanas tiveram o foco em situações de resgate em ambiente aquático, tanto de dia quanto à noite (nesse caso, com o emprego de Óculos de Visão Noturna), além de simulações de acionamentos de emergência. Já esta última semana, está sendo dedicada à missão de Tiro Aéreo (outros detalhes mais adiante nesta matéria). Ambas as atividades fazem parte da rotina do Esquadrão e para tal, Pilotos, Operadores de guincho, Equipes de Resgate e Artilheiros, precisam estar bem treinados para realizá-las com a máxima eficiência, algo fundamental em situações reais. Além da capacitação, outro ponto essencial é a possibilidade de atualizar e testar doutrinas de emprego. Cabe ressaltar que a qualificação nas atividades que estão sendo treinadas aqui em Florianópolis tem validade de um ano e é obrigatória para todos os integrantes operacionais da Unidade Aérea, sejam eles veteranos ou recém-chegados. O Exercício é também uma excelente oportunidade para a padronização de procedimentos e o entrosamento das tripulações.

Fotos: Marcelo Lobo da Silva (imagens de arquivo/coleção particular).

O treinamento de resgate na água exige muita atenção, trabalho em equipe, coordenação, além de habilidade na pilotagem para manter a aeronave estável em voo pairado, à baixa altura e em qualquer condição de tempo, de dia ou de noite, nesse caso, com o auxílio dos Óculos de Visão Noturna (NVG). As equipes de resgate se valem de diversas técnicas para o salvamento em meio aquático e uma das mais difundidas e eficientes atende pelo nome de "Kapoff", método de içamento desenvolvido pelos ingleses e empregado na FAB desde os anos 80. O procedimento é utilizado em situações em que não é possível o salvamento por outras formas, a não ser com a presença do helicóptero. Embora possa parecer simples aproximar a aeronave, descer o guincho e trazer uma pessoa a bordo, toda a ação é cercada de condicionantes e variáveis, incluindo o estado de saúde da vítima, as características do local, fatores climáticos, entre outros. Esta etapa do Exercício Técnico foi realizada nas águas da Baía Sul, bem em frente à Base Aérea de Florianópolis, em uma área pré-definida, distante a cerca de 2 km da orla. 

A figura acima mostra a área delimitada para o treinamento de resgate na água. De forma a garantir a Segurança de Voo, o Departamento de Controle do Espaço Aérea (DECEA) emitiu com antecedência uma Notificação aos Aeronavegantes (NOTAM), informando a todos os usuários do espaço aéreo, o período, coordenadas e faixas limites de altitude em que iriam acontecer os exercícios militares. Fonte da imagem: DECEA

Equipe de resgate retornando de uma missão de salvamento no mar. Foto: Marcelo Lobo da Silva (imagem de arquivo/coleção particular)

A semana passada foi dedicada ao resgate noturno em ambiente aquático. Além dos desafios inerentes a uma operação de salvamento na qual o helicóptero não tem a possibilidade de pousar, a escuridão da noite e a falta de referências visuais, oferecem um nível de dificuldade e de concentração muito maiores, amenizados com a utilização dos Óculos de Visão Noturna ou NVG (do inglês, Night Vision Goggles). Conforme já mencionado, o Esquadrão Pantera foi o pioneiro na Aviação de Asas Rotativas da FAB no emprego e implantação da doutrina associada à utilização desse equipamento, iniciada em 1996 com a chegada de alguns helicópteros Bell UH-1H dotados de painel de instrumentos compatível com a tecnologia. Seis anos depois, a Unidade Aérea já capacitava seus próprios integrantes neste tipo de operação. Quando o H-60L Black Hawk entrou em serviço no 5º/8º GAv, a partir de 2009, o Esquadrão Pantera já estava plenamente familiarizado e adaptado com a utilização dos Óculos de Visão Noturna em todas as missões sob sua responsabilidade. Hoje em dia o uso de NGV é rotina em todos os Esquadrões operacionais de helicópteros da FAB.

Fotos: Ângelo dos Santos Melo

A imagem acima dá a exata dimensão dos desafios presentes em uma operação noturna de salvamento. É possível observar, além do helicóptero, o socorrista no cabo e o bote com os militares que serão resgatados. Note à direita, o sinalizador, utilizado para determinar a direção e a intensidade do vento. Foto: Ângelo dos Santos Melo

A relação do Esquadrão Pantera com Florianópolis é antiga. Desde a década de 80, a Unidade Aérea vem regularmente à capital catarinense com o propósito de realizar seus treinamentos operacionais, anteriormente conhecidos pelos nomes de "Guasca" (Resgate) e "Mata-Pato" (Tiro contra alvos aéreos e terrestres). São vários os fatores que justificam o deslocamento desde o interior gaúcho até o litoral catarinense. Entre os principais, está o apoio logístico proporcionado pela Base Aérea de Florianópolis, fornecendo as condições ideais de hospedagem e alimentação para as tripulações e de manutenção e abrigo para as aeronaves. Outro ponto fundamental é a geografia da Ilha de Santa Catarina, com as águas calmas e abrigadas da Baía Sul servindo como cenário perfeito para o adestramento. Além disso, a proximidade com a Base Aérea permite que o helicóptero alcance a área de exercício em poucos minutos, resultando em substancial economia de combustível e maior tempo útil de treinamento. Este somatório faz com que Florianópolis seja um dos melhores locais no país para a prática da atividade de Busca e Salvamento. Não por acaso, a Base Aérea é palco do Exercício Operacional "Carranca", um dos principais treinamentos anuais da FAB e considerado o maior do gênero na América Latina.

A atividade de resgate na água aconteceu na Baía Sul, bem em frente à Base Aérea de Florianópolis. A proximidade da área de treinamento é um dos maiores trunfos para que o adestramento seja realizado anualmente na capital catarinense. Foto: Marcelo Lobo da Silva (imagem de arquivo/coleção particular)

Se até semana passada o foco era salvar, agora o treinamento se volta para dissuadir ou, em último caso, destruir. Por mais paradoxal que possam parecer esses dois termos, eles integram o cotidiano de qualquer Unidade Aérea que emprega helicópteros multimissão, como é o caso do Esquadrão Pantera. Neste tipo de atividade, o objetivo principal reside em interceptar e engajar aeronaves de baixa performance, tais como aviões de pequeno porte e helicópteros, que estejam voando sem contato-rádio, fora das regras do controle do espaço aéreo ou ainda, em caso de conflito, representando uma ameaça. Isso inclui também os drones de combate, como as guerras recentes têm demonstrado. São vários níveis de intimidação, desde disparos de advertência até o denominado "tiro de destruição". É este derradeiro estágio que está sendo treinado em Florianópolis. Para cumprir essa função, o H-60L Black Hawk utiliza a metralhadora rotativa General Electric M134 Minigun, calibre 7,62 mm, composta por seis canos e cadência de tiro de três mil disparos por minuto. O armamento vai instalado em suportes montados junto às janelas laterais localizadas logo atrás da cabine de pilotagem. 

Fotos: Marcelo Lobo da Silva, exceto quando indicado.

Fotos: Marcelo Lobo da Silva

Para esta etapa do adestramento, o Esquadrão Pantera está contando com o apoio de um avião G-19A, pertencente à Esquadrilha de Voo a Vela da Academia da Força Aérea (EVV/AFA), sediado em Pirassununga/SP. Acostumado a rebocar os planadores que os cadetes usam em voos recreativos nos finais de semana, sua tarefa no treinamento é conduzir o alvo aéreo que será castigado pelos Artilheiros a bordo dos helicópteros, simulando uma aeronave de pequeno porte. Trata-se de uma faixa de nylon entrelaçado, também chamada de biruta, com 1,8 m de altura e 9 m de comprimento. Ela é engatada na parte traseira do avião através de um cabo com cerca de 300 metros de comprimento. A grande distância entre o alvo aéreo e o rebocador tem um único objetivo: evitar a ocorrência de qualquer tipo de incidente ou situação que coloque em risco a segurança de todos os participantes. De acordo com este mesmo princípio, o treinamento é realizado afastado de aglomerações urbanas, em áreas pré-estabelecidas sobre o mar. Assim como aconteceu nas missões de resgate, o DECEA também publicou um NOTAM para o exercício de Tiro Aéreo. Nesta campanha do Esquadrão Pantera, a área destinada para a prática está localizada a sudeste da Ilha de Santa Catarina, conforme mostra a imagem abaixo.

Área delimitada para o treinamento de Tiro Aéreo do Esquadrão Pantera, com altitude variando de zero a dois mil pés (cerca de 650 m). Fonte da imagem: DECEA

Uma típica missão de Tiro Aéreo envolve a participação de um dupla de helicópteros H-60L Black Hawk, além é claro, do avião-reboque. O ponto de partida é o pátio da Base Aérea de Florianópolis. Antes das aeronaves, a primeira movimentação é da viatura levando o alvo aéreo até a cabeceira 21 da pista secundária do Aeroporto Internacional Hercílio Luz. Neste local o alvo aéreo é preparado para ser engatado no avião-reboque. O processo todo é bem rápido e logo as aeronaves já estão a caminho da área de treinamento. O exercício dura cerca de uma hora e meia, incluindo o deslocamento de ida e volta. No retorno, o avião alija o alvo aéreo sobre o pista 03/21, que logo em seguida é recolhido pela equipe de apoio e levado ao pátio, onde os acertos serão contabilizados. Acompanhe a seguir, através de imagens, os detalhes da operação.

Operação de retirada e preparação do alvo aéreo. Fotos: Marcelo Lobo da Silva, exceto quando indicado.

Engate do alvo aéreo no avião-reboque. Fotos: Marcelo Lobo da Silva

Chegada das aeronaves e últimas verificações antes da decolagem. Fotos: Marcelo Lobo da Silva

Na volta, antes de pousar, o avião-reboque alija o alvo aéreo ao lado da pista 03/21 e na sequência a equipe de apoio realiza o recolhimento e o transporte para o pátio. Fotos: Marcelo Lobo da Silva

Retorno das aeronaves ao pátio da Base Aérea de Florianópolis. Fotos: Marcelo Lobo da Silva

O vetor utilizado pelo Esquadrão Pantera para o cumprimento de suas atribuições é o H-60L Black Hawk, um helicóptero multimissão de porte médio, biturbina, fabricado pela empresa estadunidense Sikorsky em diferentes versões, desde as mais básicas, incluindo Transporte de Tropas e Emprego Geral até as mais sofisticadas, voltadas para missões de Busca e Resgate em Combate (C-SAR) e Operações com Forças Especiais. Com grande versatilidade, robustez e confiabilidade, o modelo é bastante utilizado mundo afora e sua linha de produção permanece aberta, com mais de cinco mil exemplares fabricados. Amplamente testado em combate, o Black Hawk ganhou notoriedade ao protagonizar o filme “Falcão Negro em perigo" (Black Hawk down, 2001). A Força Aérea Brasileira utiliza o H-60 desde 2006, quando adquiriu seis exemplares, matriculados como FAB 8901 a FAB 8906 e entregues ao Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7º/8º GAv), com sede em Manaus/AM. Em 2009, mais dez helicópteros chegaram, novos de fábrica, recebendo os indicativos FAB 8907 a FAB 8916 e foram alocados ao Esquadrão Pantera, onde substituíram os lendários Bell H-1H.

Sikorsky H-60L Black Hawk. Fotos: Marcelo Lobo da Silva (imagens de arquivo/coleção particular)

Atualmente a frota encontra-se distribuída por três Unidades Aéreas. Além das duas já citadas, o Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAv), especializado em missões de Busca e Salvamento na FAB, localizado em Campo Grande/MS, também passou a utilizar o Black Hawk a partir de 2018. Recentemente foi anunciada a compra de mais onze exemplares do H-60L para incrementar o número de aparelhos em atividade. Ao mesmo tempo, os helicópteros já em uso estão sendo modernizados nos Estados Unidos. O primeiro deles, o FAB 8909 já encontra-se em solo estadunidense passando pelos serviços. Quanto ao novo lote, deverá ser distribuído aos atuais operadores e espera-se que uma parte seja destinada ao Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv), com base em Porto Velho/RO, sem aeronaves desde a desativação precoce dos AH-2 Sabre, em 2022. Conheça abaixo, mais detalhes do H-60L Black Hawk.



O site Aviação em Floripa agradece ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), ao Comando de Preparo (COMPREP) e ao Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) pela autorização para a produção deste conteúdo. Agradecimentos também aos militares do Esquadrão Pantera, ao Comando da Base Aérea de Florianópolis e a sua Seção de Comunicação Social, pelo acesso, informações prestadas sobre o treinamento e acompanhamento de pátio. Sem o apoio de todas as Organizações citadas acima, a presente reportagem não teria sido possível. Por fim, gratidão ao amigo e colaborador Ângelo dos Santos Melo, por contribuir com parte das fotos que ilustram a matéria.